domingo, 1 de junho de 2014

Intolerância


Os cultos afro-indígenas sempre foram discriminados e perseguidos por causa da espontaneidade, informalidade e da simplicidade das suas manifestações. O primeiro código penal da república colocou todos eles, por encomenda de alguns membros da Igreja Católica, num mesmo pacote denominado "práticas de baixo espiritismo". Como houve reação dos intelectuais e grupos organizados espíritas, a expressão foi corrigida. Mas a perseguição continuou, forçando os terreiros e tendas a usar o nome "espírita" para legitimar socialmente suas práticas. Até hoje fazem isso, o que não incomoda os espíritas autênticos ou históricos (kardecistas), que sabem a intenção e até respeitam isso. Agora, é necessário saber o que está por trás desses ataques atuais, sobretudo os que partem das novas igrejas que disputam adeptos populares com os tradicionais núcleos de religião popular. Vamos ver.

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