sábado, 18 de agosto de 2012

Observador no Face



O Observador Espírita agora também está no Facebook, uma rede social com mais de 1 bilhão de usuários. Estamos convidando os colegas blogueiros e seguidores amigos para viajar nessa grande nuvem de oportunidades de divulgação do Espiritismo. Para começar, vamos publicar as postagens atualizadas e uma retrospectiva das mais antigas.

Sejam bem-vindos!

Curtam, comentem e compartilhem!


quarta-feira, 15 de agosto de 2012


A comunidade espírita, especialmente a da Baixada Santista, já está vibrando com o breve lançamento no cinema de E a Vida Continua, a derradeira narrativa da série André Luiz sobre as atividades nas colônias espirituais brasileiras da Crosta Terrestre. Esta se passa na colônia Alvorada Nova, localizada nas dimensões paralelas de Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém. No livro os protagonistas que voltam à Terra desembarcam de um aérobus nas imediações Rodovia Anchieta, na Serra do Mar, próximo a São Bernardo do Campo. Até hoje a região registra constantes relatos de "disco voadores" que aparecem em toda essa faixa serrana e litorânea. Nós mesmos, quando tivemos a oportunidade de trabalhar numa tranquila escola no bairro Solemar, nas margens da rodovia Padre Manoel da Nóbrega, recebíamos a visita de entidades recém desencarnadas em busca de socorro e informações. Íamos até o jardim da escola, de onde se vê a serra bem próxima, e, após uma discreta prece, indicavamos o "lugar" para onde eles deveriam elevar o pensamento e deslocarem-se para receber um auxílio mais adequado. Nesse local, em determinadas épocas do ano, aparecem arcos-íris de beleza indescritível. Foi nesse período que escrevemos o livro Nova História do Espiritismo.

"E a Vida Continua" é um relato mais simples em relação aos outros livros de André Luiz, pois não possui tanto detalhes escondidos nas entrelinhas e que normalmente obrigam às constantes releituras para verificar as informações que não são percebidas inicialmente. Tem a avantagem de ser um relato mais atualizado e mais aproximado da realidade atual, pois surgiu já no final década de 1960. Portanto, já fazem quase 50 anos. Muita coisa deve ter mudado nessas colônias e arredores, demográfica e urbanisticamente falando. A descrição das faixas do umbral, por exemplo, anteciparam a proliferação das favelas e dos choques sociais nas grandes cidades brasileiras. Vamos ver como ficou o filme. Dia 14 de setembro.

domingo, 5 de agosto de 2012

10 de setembro vem aí. Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.



Países do mundo inteiro, por recomendação da Organização Mundial de Saúde–OMS, têm utilizado esta data para sensibilizar a opinião pública sobre o assunto.

O movimento social espírita foi pioneiro na prevenção do suicídio no Brasil, estimulado pela literatura mediúnica falando das causas e conseqüências espirituais da auto-destruição. Apesar de ser exercida por algumas entidades religiosas, como por exemplo o Samaritans (da Inglaterra), o trabalho preventivo se expandiu em muitos países como uma atividade voluntária essencialmente diversa e plural.

Por isso convidamos todas as instituições a mobilizarem seus voluntários e a sociedade civil na promoção de eventos e espaços sobre a prevenção. Acender uma vela em casa, propor um minuto de silêncio, organizar uma caminhada noturna com lanternas ou velas, distribuir panfletos, chamar a atenção da mídia local, tudo nesse sentido, é válido para não deixar a data passar em branco.

A ideia é fazer circular o maior número possível de informações e discutir estratégias de ação local para reduzir o número de mortes por suicídio e suas tentativas.

Os dados da OMS dão indicações sobre a gravidade do problema:

- No Brasil, 25 pessoas se matam por dia, fazendo do país o 11º colocado no ranking mundial de suicídios.

-O número de mortes por suicídio, em termos globais, para o ano de 2003 girou em torno de 900 mil pessoas. Atualmente passa de 1 milhão.

- Na faixa etária entre 15 e 35 anos, o suicídio está entre as três maiores causas de morte.

- Nos últimos 45 anos, a mortalidade global por suicídio vem migrando em participação percentual do grupo dos mais idosos para o de indivíduos mais jovens (15 a 45 anos).

- Em indivíduos entre 15 e 44 anos, o suicídio é a sexta causa de incapacitação.

- Para cada suicídio há, em média, 5 ou 6 pessoas próximas ao falecido que sofrem conseqüências emocionais, sociais e econômicas.

-1,4% do ônus global ocasionado por doenças no ano 2002 foi devido a tentativas de suicídio, e estima-se que chegará a 2,4% em 2020.