terça-feira, 11 de dezembro de 2018

João de Deus





SOBRE A REPORTAGEM DE O GLOBO- FANTÁSTICO E AS ACUSAÇÕES CONTRA O MÉDIUM JOÃO DE DEUS. 




A Federação Espírita Brasileira nunca aprovou métodos e práticas curativas que colidem com o exercício legal da medicina. Essas práticas são feitas por iniciativa pessoal e particular e nada tem a ver com as práticas espíritas cristãs tradicionais, sempre em caráter discreto, respeitoso e gratuito. Sobre o bilhete citando Chico Xavier. Chico Xavier sempre foi exemplo dessa postura defendida pela FEB e outras instituições federativas espíritas. A própria história do espiritismo e do cristianismo é repleta desses relatos polêmicos e conflituosos. Chico, entretanto, como pessoa comum e fraterna, sempre foi solidário ( com as pessoas e não com sua atitudes) com médiuns que sofriam perseguições ou que cometiam erros de conduta, mesmo não concordando com suas práticas, por questões doutrinárias. Agia sempre com fraternidade, amparo e orientação moral aos médiuns atingidos por escândalos ou acusações tendenciosas. “Somos todos seres humanos, com falhas a corrigir e virtudes a aperfeiçoar”, dizia Chico. Foi assim, por exemplo, com Otília Diogo (assediada e humilhada publicamente), com Zé Arigó (preso), Edson Queiróz (assassinado) e muitos outros que, segundo ele, passavam por provas dolorosas, por meio de ataques de adversários das verdades espirituais. O próprio Chico não se livrou desses ataques e perseguições por parte desses adversários, lotados em diversos segmentos, mas que não representavam a totalidade dos mesmos.


Ps. A reportagem de O Globo citou um bilhete que Chico enviou ao médium.

Um bilhete e um alerta



Sempre soubemos que o médium João de Deus era um típico caso de desvio de conduta espiritual. Entendíamos que a verdade viria à tona, mais cedo ou mais tarde. Tentou usar o prestígio de Chico Xavier para impulsionar seu projeto personalista de luxúria e vaidade, esquecendo que o médium espírita de verdade deve ser acima de tudo um servidor e não alguém a ser servido. Usou ainda o nome de Inácio de Loyola, para enganar membros de um importante e histórico segmento religioso, buscando a aparência de santificação. Uma pena que perdeu-se pelo caminho perdendo também a oportunidade de servir ao próximo em sofrimento. Não era médium e nem de Deus. Muito menos João, o maior médium de todos os tempos da história cristã e que trouxe ao mundo a mais importante mensagem alerta sobre os perigos dos falsos profetas e das ações malignas da Besta no final dos tempos. Oremos por ele e por suas vítimas.

domingo, 18 de novembro de 2018

Tragédia de Georgetown era para ser no Brasil


HÁ 50 ANOS JIM JONES TENTOU IMPLANTAR SUA SEITA NO BRASIL.



O objetivo das trevas tinha como finalidade desmoralizar o projeto de Ismael, da Pátria do Evangelho. 


O maior suicídio coletivo da história era para ter acontecido no Brasil, ambiente propício e que seria uma vitrine para espalhar o modelo "satânico" para o mundo, em oposição ao Evangelho aqui já implantado pelos segmentos cristãos, incluindo o movimento espírita. Espíritos guardiães do Brasil fizeram diversas alertas por meio de mensagens mediúnicas solicitando intensas vibrações e ajuda de médiuns socorristas para neutralizar infiltrações em obras cristãs e governos pacíficos na América Latina. Edgard Armond relata esses episódios no livro Relembrando o Passado. O então governo do General Ernesto Geisel, segundo matéria da BBC, impediu a instalação da seita de Jim Jones, na época associada com a presença de um obscuro ex-agente do FBI, que implantava a tenebrosa escola de tortura na América Latina, com o ardiloso argumento de combater o "comunismo". Em 1978, ano da tragédia de Georgetown, estava sendo criado em São Paulo o Programa CVV-Samaritanos para a America Latina. O Rev. Chad Varah, da Igreja Anglicana e fundador do Samaritanos em Londres, veio ao Brasil para reunir-se com voluntários da Aliança Espírita Evangélica e do CVV. A pedido de Jacques Conchon, ele escreveu um artigo especial no Boletim do CVV explicando a tragédia, a personalidade o comportamento de Jim Jones. O artigo está reproduzido no livro CVV- Como Vai Você.

Essa semana a BBC publicou matéria mostrando a tentativa de Jones se instalar no Brasil.


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Desencarnou Jacques Conchon


Desencarnou domingo (14 de Julho) no Rio de Janeiro, aos 76 anos, o nosso companheiro Jacques André Conchon. 

Jacques foi, aos 17 anos de idade, um dos fundadores do CVV- Centro de Valorização da Vida, em 1961, em São paulo. . O primeiro posto  do CVV funcionaria em 01 de março, de 1962, às 16 horas, em uma sala e um aparelho telefônico emprestado pela FEESP, na época de Edgard Armond.

Era engenheiro especialista em recursos hídricos e proprietário da Neotex, empresa de engenharia de consultoria ambiental e construção de estações de tratamento de água. Foi também fundador e dirigente da Aliança Espírita Evangélica e membro atuante da Fraternidade dos Discípulos de Jesus. 

Jacques vinha lutando contra o câncer e estava no Rio ministrando um curso de aperfeiçoamento para voluntários do CVV. 

Nós o conhecemos nos anos 70 aqui São Vicente, quando nos ajudou a implantar várias frentes de trabalhos humanitários, incluindo o posto do CVV de Santos. Era um grande entusiasta da Escola de Aprendizes do Evangelho, base educativa de trabalhares e de fundação permanente de novas casas espíritas.
ANTENADO E SERVINDO SEMPRE.

Jacques André Conchon era um ativista incansável e inquieto. Sempre esteve antenado com as mudanças que poderiam gerar sofrimento humano e também oportunidade de servir e ajudar os que não se adaptam a essas mudanças. Nesse mais de 50 anos , ele e alguns companheiros inventaram e reinventarem o CVV várias vezes quando sentia que poderíamos ampliar o nosso raio de ação. Foi assim quando liderou a expansão dos postos, criou os estágios nos plantões, implantou o role-playing para treinamento, desenvolveu os Cursos de Aperfeiçoamento, o Caminho de Renovação Contínua, enfim, todas as renovações pelas quais tivemos que passar. O mesmo aconteceu na Aliança e na FDJ ao criar as apostilas de aulas e o cursos de aperfeicoamento.

Nos últimos meses estava bem feliz por que o CVV conquistou o número 188 ( de ação nacional gratuita) e que chegamos ao posto número 100.

Agora, já bem doente e sem a sua e nossa companheira Suely, atuava nas redes sociais gravando vídeos no YouTube com a ajuda de um neto. Gravou o último vídeo a semana passada.

Nunca esqueceu a primeira instrução dada a ele pelo Comandante Edgard Armond, sugerindo num bilhete e num recorte de jornal sobre suicídio a criação do CVV :

"Para quem quer servir esta é uma ótima oportunidade".

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/07/morre-aos-76-um-dos-criadores-do-cvv-centro-de-prevencao-ao-suicidio.shtml

sábado, 28 de abril de 2018

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Nossa revolução


O Brasil está vivendo a sua Revolução Francesa. Simbolicamente, nossa Bastilha já caiu , por causa da sociedade de transparência, onde não é mais possível esconder nada. Temos todas as facções com seus grupos de esquerda, centro e direita, bem como seus extremos em busca dos seus ideais.

Todo país contemporâneo que atinge a maioridade política passa por essa dolorosa crise republicana, que divide águas, em todos aspectos. Se superamos essa barreira, finalmente seremos maduros como sociedade e nação. Outras crises virão, mas essa é especialmente decisiva porque define realmente a nossa vocação e o nosso destino, como aconteceu com demais que tomamos por modelo.


Gravura feita esta semana por um jovem aluno de ensino médio de uma escola pública.

quinta-feira, 29 de março de 2018

O Além é uma festa


COCO, A Vida é uma festa, desenho da Disney-Pixel (Oscar de melhor canção) mostra que a concepção mitológica do mexicanos sobre a morte (herdada dos aztecas) esconde verdades sobre a a realidade do mundo dos Espíritos. É uma cultura milenar muito forte e que não conseguiu ser vencida por nenhuma concepção religiosa estrangeira. Os católicos espanhóis até que tentaram, usando inclusive o clássico "Crê ou morre", mas não funcionou. Para os mexicanos, mortos não são mortos e estão perto dos vivos, cada qual no seu grau de consciência e luz. A história se passa na Terra e numa zona purgatorial onde habitam milhões de almas errantes (ainda presas à matéria e com pendências morais) e que dá passagem para as esferas definitivas da Vida Superior, para os resolvidos. Tudo muito bem contado, com arte e bom humor. Show!!!



segunda-feira, 19 de março de 2018

Um novo mundo, com novas pessoas.



https://www.facebook.com/2036alemdatalimite/

http://edconhecimento.com.br/?livros=2036-uma-jornada-apos-a-data-limite


Personagens construindo um novo caminho e um novo mundo

Nós só realmente aprendemos as coisas quando elas são testadas nas situações pessoais do dia a dia, em contato com os nossos semelhantes. Todos estamos numa jornada para o futuro, onde seremos felizes e realizados, se estivermos mudados. Caso contrário, o futuro não vai chegar e ficaremos estacionados e infelizes. Mesmo que o mundo sofra mudanças drásticas pelas guerras, destruição ambiental e catástrofes, se não mudarmos, apenas seremos tragados pela dor que vai adiar e nos cobrar a mudança que não fizermos, com mais dificuldade e rigor.

Foi esse pensamento que nos motivou a escrever “2036, uma jornada além da Data Limite”.

Lemos muitos livros, frequentamos escolas e coletamos muitas informações, durante muitos anos, sobre essas mudanças pelas quais o mundo e os seus habitantes estão passando e vai passar. A mudança é de via dupla: nossa mudança interna e a mudança externa.

Não adianta fazer abrigos e acumular coisas materiais para sobreviver. Se sucumbirmos interiormente pelo medo, pela agressividade e pela depressão, de nada servirão os alimentos, roupas, cobertores e os remédios. Nossa alma tem que sobreviver, em todos os aspectos, incluindo a nossa roupa corporal. Não é o contrário. Se ficarmos vivos, mas espiritualmente indefesos e transformados, seremos presas fáceis, por exemplo, para a loucura e o suicídio. E não seremos salvos.

E um momento grave e diferente da jornada humana. Os personagens desse livro sobreviveram ao cataclismo geológico é às guerras, mas ainda buscam a sobrevivência da alma, pois o inimigo espiritual ainda está presente e pronto para dar o golpe derradeiro da perdição e do desterro. Em 2036, jornada além da Data Limite, eles estão vivos mas ainda continuam sendo testados se vão ficar ou se ser banidos da Terra. A mesma Terra que receberá almas renovadas e que vai aos poucos mudando a sua natureza de expiações e provas para um mundo regenerado e feliz, mesmo ainda estando longe da perfeição.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Ficção profética


http://edconhecimento.com.br/?livros=2036-uma-jornada-apos-a-data-limite

O QUE VOCÊ FARIA se o seu País fosse destruído por um cataclismo, ficasse sem a sua família, seus amigos, completamente perdido e sem chão. Isso aconteceu no mundo inteiro em 2036. Essa é a história de um pequeno grupo de brasileiros tentando enfrentar e superar a tragédia que mudou totalmente os rumos da humanidade.

Nessa páginas você encontrar um Brasil totalmente diferente, nova divisão politica e territorial, novos vizinhos nas fronteiras, nova base de convívio e governança.

Seres terrestres vão viver e estudar na Lua. Tem também a presença do Astro Intruso e sua influência higienizadora no planeta.



sábado, 17 de fevereiro de 2018

MOMENTO GRAVE

A Federação Espirita Brasileira, como órgão de representação coletiva jamais deveria permitir que pessoas, quem quer que seja, tenham destaque, preferências e privilégios em seus quadros, eventos e publicações, exatamente para evitar que as posturas particulares dessas pessoas possam ser confundidas com a imagem desse órgão federativo e sobretudo da Doutrina Espírita. A FEB não tem, nunca teve e nem deveria ter a seu serviço médiuns, oradores nem articulistas oficiais. Vivemos um período difícil em nosso País, de polarização e exaltação de ânimos e uma entidade com a FEB jamais pode servir de instrumento para embates e provocações ideológicas. Isso obviamente vale para as instituições regionais e segmentadas que seguem a FEB como modelo.