quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Os mortos e os vivos
sábado, 23 de novembro de 2013
Manifestações étnicas nas casas espíritas: conceitos e preconceitos
Esse problema nunca teve como causa os espíritos e sim os médiuns. Isso é sintomático. Quase sempre.
Espíritos que não respeitam a cultura dos locais onde se manifestam geralmente viram alvos de desconfiança.
As entidades étnicas realmente sábias e humildes não fazem questão de se manifestarem verbalmente ou impor suas crenças em ambientes onde não há rituais e práticas dogmáticas. As entidades africanas, indígenas, hindus, chinesas, etc, que são autênticas e superiores, sempre atuam de forma discreta e competente em todos os ambientes. São falanges muito disciplinadas, verdadeiras fraternidades, de comportamento humanitário exemplar, como confirmam videntes confiáveis em narrativas muito curiosas sobre essas atividades. Jamais quebram os protocolos morais e habituais do cenário onde atuam. Isso é questão de honra para eles.
Quando acontece alguma manifestação fora desses padrões conhecidos, realmente é necessário questionar e até impedir, caso haja insistência. Isso não é preconceito nem discriminação. Discriminação é tratar os iguais de forma diferente.
Espiritismo, Umbamba , Catolicismo e Candomblé são coisas diferentes. É conceito, procedimento e prática doutrinária construída historicamente nas lides espíritas e que não podem ser desprezadas à titulo de discursos pseudo-progressistas. Padres, monges, gurus e outros tipos sacerdotais receberiam o mesmo tratamento de impedimento , caso insistissem em aplicar suas práticas e ideias em ambientes espíritas.
Mesmo que aja acusação de preconceito e reação de rebeldia, como forma de assustar os presentes e confundir os trabalhos, deve-se proceder de forma doutrinária: lembrar que as casas espíritas não possuem rituais, dogmas, fórmulas, etc, e que o respeito é primordial para a convivência e o equilíbrio nas relações entre encarnados e desencarnados.
A recíproca é verdadeira. As entidades não étnicas que queiram atuar em ambientes ritualísticos devem ser discretas, autênticas e respeitosas, pois seria muito estranho se resolvessem mostrar aquilo que não são.
Lembrando: espíritos rebeldes são mais fáceis de lidar e conviver do que com médiuns sem conhecimento e indisciplinados.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Vinícius, o poeta que cantou as dores da solidão e do suicídio
terça-feira, 2 de julho de 2013
Servidos e servidores

O companheiro Wanderley Oliveira fez o seguinte questionamento no Facebook sobre esse antigo problema do Movimento Espírita. O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM AS ORGANIZAÇÕES ESPÍRITAS? É impressionante a quantidade de relatos que recebo por email ou mesmo em conversas sobre pessoas que estão se desligando do espiritismo ou do centro espírita, e buscando novas experiências espiritualistas. Independente das razões que podem ser exclusivamente de ordem pessoal, ninguém pode negar que o modelo institucional de expressiva parcela das organizações espíritas é no mínimo desanimador. As pessoas estão buscando esclarecimento e muitas vezes encontram soberba intelectual. Querem respostas e muitas vezes são convidadas a se calar. Querem esperança e afeto e muitas vezes se deparam com descortesia e até abuso. Isso cansa a quem está começando, mas desgasta também quem persevera no tempo em busca de melhorar as situações. E de forma muito sutil vai se instalando um desencanto, uma desilusão. Tem muita gente cansando dessa mesmice.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Família espiritual
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
O sucessor de Pedro e as meias verdades
O pontifex era uma magistratura sacerdotal romana criada séculos antes do cristianismo e que se dedicava aos rituais de Estado. Júlio César foi um deles (a César o que é de César).
Para a Igreja institucional a adaptação foi perfeita, pois ela seria tudo aquilo que Jesus sempre repudiou: política e meias verdades.
Para Pedro, símbolo moral da igreja espiritual, esse cargo que ele nunca exerceu e certamente também repudiaria, é uma ofensa à Jesus, à sua proposta de humildade e opção pelos pobres e oprimidos. Pedro nunca foi papa e não há provas históricas disso. Seria incompatível com essa doutrina de dogmas e rituais do paganismo.
Tudo que vai contra à sua política e as meias verdades, a Igreja logo trata de punir e extirpar dos seus quadros. Francisco de Assis foi um exemplo disso. Foi enviado pelo Plano Espiritual Superior para neutralizar os abusos e desvios do clero e foi seriamente perseguido. As tentativas de renovação foram inúmeras, mas o poder clerical é sempre mais forte do que a fé e a humildade.
Sempre pegaram no pé o Espiritismo, desde o início, porque sentiram que a coisa era séria e poderia abalar definitivamente os alicerces frágeis do catolicismo. Kardec logo foi vítima da Inquisição e seus livros foram queimados na Espanha, principal reduto obscuro da Igreja corrompida.
Mas não adianta, a fé a Verdade se farão nos quatro cantos do mundo, queiram ou não queiram os homens.
Eis a mensagem que Kardec recebeu dos seus orientadores sobre esse assunto:
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Assim é que se faz
Espíritas não terão aula de ensino religioso
RIO - Os estudantes espíritas das 80 escolas municipais que começarão a ter aulas de ensino religioso a partir do segundo semestre não terão a disciplina de seu credo. O Conselho Espírita do Estado do Rio deliberou por não aderir ao projeto da prefeitura de implementação da modalidade confessional nas salas de aula. A Secretaria municipal de Educação confirmou que as dez vagas reservadas no concurso para professores foram abolidas.
sábado, 8 de dezembro de 2012
A sombria e majestosa Mantiqueira
Fomos buscar em “Memórias de um
suicida” respostas para algumas interrogações, dúvidas essas que já haviam sido
positivamente instigadas pelas palavras de um companheiro na abertura da
reunião de uma conhecida instituição de prevenção do suicídio, hoje areligiosa,
sobre o contato histórico que seus fundadores e colaboradores tiveram com Yvone Pereira em 1972. O livro de Camilo Castelo Branco
(capítulo III - "Homem, conhece-te a ti mesmo" ) não dá indicações
diretas sobre onde fica Esperança,
mas insinua veladamente sua localização, que tem tudo a ver com as nossas obras
no vale do Paraíba, região onde a espiritualidade marianista é intensa tanto no
universo católico como entre os espiritualistas.
Alternados com as aulas de Evangelho, tais estudos apresentavam
correlação íntima com aquelas, o que nos impelia a melhor compreender e venerar
a sublime personalidade de Jesus Nazareno, ao qual passamos a distinguir, tal
como faziam nossos instrutores, como o chefe supremo da Iniciação, pois, com
efeito, em todos os compêndios que consultávamos, buscando elucidação na
Ciência, deparávamos lições, claros ensinamentos, atos e exemplos daquele
Grande Mestre, como padrão máximo de sabedoria e verdade, modelos
irresistíveis, bússolas que nos convidavam a seguir para atingirmos a
finalidade sem os desvios oriundos do engodo e das falsas interpretações.sábado, 24 de novembro de 2012
O exemplo
Dia desses, enquanto preparava alguma postagem para Facebook, fomos até cozinha tomar água quando nos ocorreu esse pensamento, que certamente não foi nosso. Achamos curiosa a forma como essa ideia chegou até nossa mente, como uma resposta rápida a uma dúvida.
sábado, 27 de outubro de 2012
Sempre em nome de Deus
sábado, 13 de outubro de 2012
Caravanas de evangelização e favelas
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Aristocracia intelecto-moral ou Superclasse?
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Crianças médiuns

quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Explosões solares

Recebemos de um amigo que mora nos EUA um e-mail sobre um fenômeno solar que iria causar um grande impacto em nosso planeta, em forma de uma forte onda magnética, provocando escuridão e alteração radical do clima. A explosão ocorreria no mês de dezembro de 2012 e os efeitos da mesma seriam sentidos a partir de fevereiro de 2013 até 2021. Ainda que dizendo-se baseada em informações da NASA, trata-se de uma mensagem mística e assustadora, afirmando que vamos, a partir desse evento cósmico, entrar na chamada Era do Fóton, marcada inicialmente por graves desequilíbrios naturais e psíquicos. Respondemos ao amigo agradecendo pelo envio da mensagem lembrando-o que ainda confiamos nas reflexões de Kardec, de que as transformações regenedoras previstas para a nossa humanidade seriam graduais e não bruscas.
Agora, diante das informações que lemos no link abaixo, sobre explosões solares, quem sabe poderemos esclarecer o que realmente está acontecendo: se estamos sendo vítimas de manipulações de informações, tanto de interesse de Estado quanto de interesses religiosos alarmistas.
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-09-06/imagens-da-nasa-captam-forte-explosao-solar.html
Ps. Previsões e profecias com datas marcadas historicamente sempre foram indicadores de falhas e contradições.
sábado, 18 de agosto de 2012
Observador no Face

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012
E Deus, será que existe?

A dúvida não é somente dos encarnados. Muitos que já passaram para outras dimensões ainda se debatem nessas velhas questões que nos dividem entre o instinto e a intuição, o corpo e a mente, o relógio e a bússola; entre o determinismo e o livre arbítrio; entre o Ser e o existir.
Uma das causas mais comuns do ateísmo e consequentemente do materialismo é a insistente difusão da idéia de que Deus é existência e não Consciência.
A existência é própria de tudo que é mortal e efêmero e não serve como referência para algo que transcende os limites e as manifestações fenomênicas da matéria.
As religiões e filosofias antigas criaram mecanismos intelectuais e dogmas para explicar essas diferenças entre Ser e existir, aplicados ao Ser Supremo e Criador, demonstrando-o com algo abstrato e incompreensível aos sentidos físicos e à razão limitada da experiência humana.
Realmente Deus não existe, pois isso seria restringi-lo aos ciclos de tempo cronológico e no espaço tridimensional. Para que Deus existisse seria necessário conceber a sua origem, bem como seu destino, processo incerto, contraditório e inadequado de análise das coisas que não se enquadram nos paradigmas de causas e efeitos. Deus não existe porque não foi criado; é o Incriado que não teve começo e por isso não tem fim. O Éter sempre foi, sendo inadmissível que a eternidade fosse um ciclo temporal.
Essa tem sido, em síntese, a visão teológica que sustenta a impessoalidade abstrata da Criação, que não é alguém e sim algo que não se pode definir e explicar senão por analogias e figuras de metalinguagem.
A praticidade do budismo e de algumas outras filosofias orientais deixou de lado essas questões e discussões intermináveis para liberar seus adeptos para coisas mais importantes e prioritárias como o auto-conhecimento e a libertação dos rigores da matéria (desejo e ilusão).
O cristianismo, porém, como filosofia nova da passagem da Antiguidade para a Modernidade, insistiu na idéia de criar analogias que pudessem evitar a angústia de não poder explicar o que não tem explicação, alimentando a figura simbólica e humanizada da Paternidade Divina e o dogma da “imagem e semelhança” entre o Criador e suas criaturas.
O Espiritismo, na sua primeira expressão de investigação científica da verdade, típica do século 19 e da pós-modernidade, questiona seus filósofos do Além perguntando “O que é Deus” e não “Quem é Deus”, recebendo do Espírito Verdade e seus colaboradores invisíveis a resposta que não é precisamente resposta, mas que seria a única possível e não contraditória, denominando Deus como uma inteligência que está além da atual capacidade de compreensão humana.
Deus é, portanto, mais uma questão de capacidade de compreensão introspectiva do que propriamente de definição e habilidade intelectiva.
Vai demorar muito para que nós, mentes ainda frágeis e infantis, tenhamos essa maturidade que despreza a concepção humana, paterna e protetora de Deus, para cultivar a concepção avançada de um Zenon, Spinozza ou de um Einstein, que conceberam Deus como uma Grande Mente ou um Logos Spermátikos.
Temos outra opção, enquanto aguardamos uma explicação melhor sobre todas essas coisas: negar, não admitir, não crer, não cogitar, não permitir que essas idéias e reflexões façam parte da nossa experiência cognitiva e ideológica. É também uma forma de compreender o que ainda não é compreensível.
Só que temos um problema: em mentes pacíficas e tranquilas, o ateísmo significa apenas uma aparente indiferença ao universo místico e misterioso da Criação; já para as mentes belicosas e rebeldes ainda predomina o antigo e perigoso conceito materialista: “Se Deus não existe, então tudo é permitido”.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Espíritas no umbral e as Escolas de Vingança

terça-feira, 19 de junho de 2012
Arigó, por J. Herculano Pires

O site PENSE-Pensamento Social Espírita está disponibilizando em seu acervo digital algumas “novas” raridades, entre elas essa edição de “Arigó”, de J. Herculano Pires, publicada pela Editora Paulo de Azevedo e com carimbo da Livraria Francisco Alves. É o décimo volume da coleção Contrastes e Confrontos. Como sempre, Herculano dá um show de erudição e precisão doutrinária ao descrever as peripécias do grande médium de Congonhas do Campo. São 100 páginas e 16 capítulos de luzes e curiosidades.
http://www.viasantos.com/pense/livros.htmlsexta-feira, 8 de junho de 2012
O pequeno grande Chico

Um pequeno trailer de um desenho animado em série sobre Chico Xavier está circulando pela internet. O vídeo intitulado Little Great Chico (literalmente O pequeno grande Chico) foi postado anonimamente no Youtube e noticiado por vários blogs de conteúdo espírita. O trabalho só possui versão em inglês e exibe apenas essa legenda explicativa:
“Preview of the upcoming animated series Little Great Chico, about the tales told by Chico Xavier about his childhood”.









